Nos últimos dias, três pesquisas revelaram o mesmo padrão: empresas brasileiras estão adotando IA, mas a aplicação fica concentrada em tarefas operacionais de baixo impacto. 53% das empresas adotam IA agêntica, mas o uso se limita a tarefas simples. A maior parte das empresas não possui mapeamento de ROI para IA, segundo estudo da Zappts. E apenas 34% das empresas avançam na transformação com IA, segundo o SEGS.
O mecanismo por trás dessa estagnação é claro: falta de habilidades limita as empresas. Sem competência interna para mapear processos, definir métricas e governar agentes de IA, a tecnologia fica relegada a automações pontuais — chatbots, triagem de e-mails, resumos — sem conexão com objetivos de negócio.
Empresas líderes investem em áreas estratégicas
Enquanto isso, as melhores empresas reforçam uso de IA em áreas estratégicas, segundo o Valor Econômico. A diferença está na clareza do problema, na definição de métricas de impacto e na capacidade de integrar IA a processos críticos — vendas, operações, atendimento. A Gupy, por exemplo, aposta em agentes de IA para o RH, com foco em recrutamento e gestão de talenho — áreas de alto valor.
Governança e ROI: os próximos desafios
Governança de agentes de IA é o novo capítulo da inovação, segundo o Baguete. Sem governança, a IA se multiplica em silos, sem rastreabilidade, sem controle de custo, sem aprendizado organizacional. E sem ROI mapeado, não há como justificar investimento nem escalar a operação.
A boa notícia: o diagn