Empresas brasileiras na fase pragmática da IA, mas ainda lutam para dominar a tecnologia
A inteligência artificial (IA) está se consolidando como um pilar estratégico para os negócios. No Brasil, empresas já entraram na fase pragmática da IA, buscando aplicações concretas, mas ainda sofrem para dominar a tecnologia e extrair seu potencial máximo, conforme reportado pelo Estadão. Essa transição do piloto para a aplicação em larga escala exige mais do que apenas a tecnologia: demanda governança de dados, processos bem definidos e equipes preparadas.
A importância da IA para o modelo de operação das empresas é cada vez mais reconhecida, como afirmou o CIO da MRV, destacando que a tecnologia é fundamental. A IA pode gerar menos custos e mais tempo, revolucionando o mercado digital ao otimizar processos e liberar equipes para tarefas de maior valor agregado, segundo o Estado de Minas.
Para auxiliar na mensuração e adoção, a Anbima, por exemplo, está criando um índice para medir o uso de IA entre empresas do setor financeiro, um passo importante para identificar maturidade e oportunidades.
A segurança e a regulamentação também estão em pauta globalmente. A Comissão Europeia exige que empresas de IA provem que seus serviços são seguros, enquanto o Rei Charles reunirá líderes de empresas de IA para discutir o tema, evidenciando a necessidade de um diálogo global sobre o desenvolvimento responsável da tecnologia.
Para pequenos negócios, a Semana Faça Mais com IA, como noticiado pelo Consumidor RS, mostra caminhos para aproveitar a tecnologia. Além disso, o LinkedIn Learning lançou uma trilha de IA para negócios com Mario Trentim, indicando a crescente oferta de capacitação para gestores.
A DZA entende que a IA não é hype, mas uma alavanca. Se sua empresa busca transformar dados e BI em aplicações inteligentes, e quer entender como a IA pode potencializar sua equipe e otimizar processos, sem promessas vazias, entre em contato. Oferecemos um diagnóstico preciso das oportunidades de IA para o seu negócio.