Automação clássica (RPA, integração, regra no ERP) continua valendo. IA entra quando a entrada não é um campo limpo: PDF, e-mail, áudio, planilha torta, conversa. Aí o modelo lê, classifica e devolve estrutura para o sistema seguir.
Quatro tarefas em que ela é competente
- Extrair. Do documento para os campos do sistema, com conferência no que for dinheiro ou prazo.
- Classificar. Tipo de pedido, urgência, fila. Errar aqui é barato se existir um “outros” visível para a equipe.
- Conciliar. Duas listas que deveriam bater. O modelo aponta o desvio; a regra de ouro do valor continua no código.
- Redigir o repetido. Relatório semanal, status para o cliente, ata. A pessoa revisa o que sai do padrão.
O que não terceirizar para o modelo: regra de preço, permissão de acesso, “pode ou não pode” jurídico. Isso é sistema e política.
Um fluxo desses, medido de ponta a ponta, vale mais do que dez automações soltas. Pedir o diagnóstico de processos →