Colocar um modelo no meio do fluxo é dar a ele trechos de cliente, contrato e operação. Se a empresa já trata dado com cuidado, a IA precisa do mesmo critério — não de um atalho “é só um prompt”.
Não é burocracia para inglês ver. É o que impede o agente de vazar o que a equipe não vazaria.
Três controles que cabem no piloto
- Minimização. O modelo vê o pedaço necessário para a tarefa, não a base inteira. Resumo no lugar de dump.
- O mesmo acesso da função. Se o analista daquele fluxo não vê folha de pagamento, o agente daquele fluxo também não vê.
- O que não pode afirmar. Preço, prazo jurídico, diagnóstico médico, garantia de resultado: recusa explícita e handoff para quem pode responder.
Log de chamada (quem pediu, quando, qual fluxo) fecha o ciclo. Quando um cliente pedir exclusão ou origem do dado, a empresa consegue apontar o caminho — a mesma exigência da LGPD que já vale para o restante do sistema.
Segurança e governança entram no desenho do piloto, não depois. A DZA trata isso como base. Falar sobre IA com governança →